
As pessoas vivem cercadas por expectativas que não sabem se podem cumprir.
Elas falam de respeito, mas não o praticam.
Ditam princípios e criam regras, como se fossem guias para os outros, mas esquecem que viver é, antes de tudo, uma questão de exemplo.
É fácil exigir o que não se está disposto a dar; é confortável esperar comportamentos que nunca se teve coragem de demonstrar.
A incoerência fere, não só aos outros, mas a quem a carrega.
Existe uma dor invisível em pregar valores que a própria alma sabe não sustentar. Ser coerente é um ato de coragem, porque requer que enfrentemos nossos próprios defeitos e contradições antes de apontá-los no mundo.
Mas talvez a beleza esteja justamente aí: na tentativa sincera de alinhar quem somos com quem queremos ser.
No esforço de viver com verdade, mesmo sabendo que tropeçaremos ao longo do caminho.
Se você deseja um mundo mais justo, comece sendo justo.
Se quer respeito, ofereça primeiro. Se acredita em princípios, viva por eles.
Porque, no final, a força das nossas palavras não está no que dizemos, mas no que fazemos