A Dor Não Some do Dia Para a Noite, Mas Você Pode Aprender a Curá-la – Por André Luiz Santiago Eleutério

Foto de André Luiz Santiago Eleutério, autor do Pensamento Diário com reflexões emocionais sobre a vida
André Luiz Santiago Eleutério

Cure-se, mas sem pressa. A dor não vai embora só porque você decidiu que é hora. Ela não tem um botão de desligar e, às vezes, mesmo quando parece ter sumido, volta sem avisar.

E está tudo bem. Sentir faz parte do processo. O importante é não deixar que a dor te defina.

Cure-se para que o medo dos outros não vire o seu próprio medo. Para que as feridas do passado não façam você enxergar inimigos onde só existem pessoas.

Cure-se para que a solidão não pareça um castigo, mas um reencontro com quem você realmente é. Estar sozinho não significa estar perdido. Aprender a ser sua própria companhia é uma das maiores formas de cura.

Cure-se para que as palavras dos outros não tenham o poder de criar tempestades dentro de você. Nem toda crítica merece sua atenção. Nem toda opinião reflete quem você é.

O que importa de verdade é como você se enxerga.

Se cure com paciência. Com amor. Com gentileza consigo mesmo. O caminho pode ser longo, mas cada passo vale a pena.

Nos dias difíceis, respire. Nos dias de queda, levante-se devagar. Não se cobre tanto. Não tente acelerar algo que só o tempo pode resolver.

Aos poucos, as cicatrizes param de doer.

E um dia, sem que você perceba, elas viram histórias.

Histórias de alguém que aprendeu a se curar no próprio tempo.

Porque até para a cura, é preciso calma.

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