O Preço de Julgar Sem Olhar Para Si Mesmo

O  Preço de Julgar Sem Olhar Para Si Mesmo

Por André Luiz Santiago Eleutério

Quantas vezes você já ouviu alguém te apontar o dedo, cheio de razão, mas sem ter moral nenhuma para te julgar? A verdade é que muita gente gosta de dar lição de moral enquanto esconde os próprios erros debaixo do tapete. A gente vive num mundo onde é fácil apontar as falhas dos outros, mas quase ninguém olha para si mesmo com a mesma coragem.

Eu já vi pessoas que juravam ser melhores do que todo mundo. Elas me julgavam, falavam como se fossem exemplos perfeitos, mas, com o tempo, acabaram caindo nas mesmas situações que criticavam. Algumas até fizeram pior. Não é engraçado — e triste — como a vida dá voltas?

Essa realidade dói, mas também ensina. Ninguém está livre de errar, e aquele que hoje te critica pode ser o mesmo que amanhã vai pagar com a própria língua. Já ouvi dizer que é melhor cuidar da própria vida antes de tentar cuidar da vida dos outros. E é verdade. Porque no final, quem aponta demais acaba tropeçando nas próprias palavras.

Pensa nisso: o que realmente importa é quem você é, e não o que os outros pensam de você. Seguir em frente, mesmo com os julgamentos, é um sinal de força. E se algum dia te julgarem de novo, lembra: a melhor resposta não é revidar, mas sim viver a sua verdade.

A vida ensina a cada um no momento certo. E, cedo ou tarde, quem julga sem conhecer vai entender que ninguém está acima de ninguém.

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